Dia 10 de novembro terça-feira
14h – Sessão Pontos de Cultura
16h – Vingança, de Paulo Pons
19h – Debate: OS PRODUTORES – PEQUENOS ORÇAMENTOS
Com SÉRGIO SÁ LEITÃO, presidente da Riofilme; PAULO PONS, da Pax Filmes; e LEANDRO SARAIVA, da TV Brasil.
Dia 11 de novembro quarta-feira
14h – As Aventuras de Gui & Estopa, de Mariana Caltabiano
16h – Ainda Orangotangos, de Gustavo Spolidoro
19h – Debate: OS TÉCNICOS – A IMAGEM E SOM DIGITAIS
Com WALTER CARVALHO, diretor de fotografia; CARLOS KLACHQUIN, da Dolby; e BATMAN ZAVAREZE, curador e diretor do projeto Multiplicidade.
Dia 12 de novembro quinta-feira
14h – Ainda Orangotangos, de Gustavo Spolidoro
16h – As Aventuras de Gui & Estopa, de Mariana Caltabiano
19h – Debate: AS EMPRESAS – NOVOS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
Com LUÍS MONTEIRO, da Kodak; RENATO GOYA, da Panasonic; e CLÉLIA BESSA, Produtora da Raccord Produções e da Diretoria do SICAV - Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual.
Dia 13 de novembro sexta-feira
14h – Vida de Balconista, de Pedro Monteiro e Cavi Borges
16h – Teste de Elenco, de Ian SBF e Osíris Larkin
19h – Debate: AS FINALIZADORAS – NOVOS INVESTIMENTOS
Com JOSÉ AUGUSTO QUARTIM DE BLASIIS, da Casablanca/Teleimage; ERON CARDOSO, dos Estúdios Mega; e JAL GUERREIRO, da Link Digital.
Dia 14 de novembro sábado
14h – Vingança, de Paulo Pons
16h – Sessão Pontos de Cultura
19h – Debate: OS EXIBIDORES – NOVAS JANELAS
Com SILVIO DAR-RIN, secretário de audiovisual - MinC; JOSÉ EDUARDO FERRÃO, da Rain Digital; e LUIZ GONZAGA ASSIS DE LUCA, do grupo Severiano Ribeiro e autor do livro "A hora do cinema digital - democratização e globalização do audiovisual".
Dia 15 de novembro domingo
14h – Teste de Elenco, de Ian SBF e Osíris Larkin
16h – Vida de Balconista, de Pedro Monteiro e Cavi Borges
19h – Debate: OS ATIVISTAS – A TECNOLOGIA A SERVIÇO DA DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Com ADAILTON MEDEIROS, do Ponto Cine; ISABELLE CABRAL, da Pipa Produções; e HELDER QUIROGA, do Ponto de Cultura Cidades Invisíveis, de Minas Gerais.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
A MOSTRA DE FILMES
O I SEMINÁRIO CINEMA DIGITAL - PRODUÇÃO E MERCADO já selecionou os filmes que serão exibidos em 2 sessões no turno da tarde entre os dias 10 e 15 de novembro. O Ponto de Cultura TV Ovo, de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, participará com 2 filmes Caminhos e KRE (Balaio) e o Projeto Cidades Invisíveis, que reúne 10 Pontos de Cultura do interior de Minas Gerais, exibirão 6 interprogramas, entre eles: Sá Luiza, Rio São Francisco e Carriço - memórias do cinema mineiro. Neste programa também serão exibidos vídeos produzidos a partir de um projeto colaborativo inédito entre a TV Brasil e outros pontos de cultura do país sob o nome de Ponto Brasil. Ainda teremos a exibição dos longas-metragens: Vingança, de Paulo Pons; Ainda orangotangos, de Gustavo Spolidoro; Teste de elenco, de Ian SBF e Osíris Larkin; As aventuras de Gui e Estopa, de Caltabiano; e Vida de balconista, de Pedro Monteiro e Cavi Borges.
Em breve, detalhes sobre os filmes. Aguardem!
Em breve, detalhes sobre os filmes. Aguardem!
terça-feira, 14 de julho de 2009
POR QUE O EVENTO É IMPORTANTE?
Os recursos digitais permitirem a realização de efeitos especiais em filmes de grande orçamento, porém uma das principais conseqüências da transição do formato película para digital é a facilitação da capacidade de produção de audiovisual. Não podemos dizer ainda “democratização”- apesar desta ser a palavra-chave do evento - , pois os equipamentos ainda apresentam custos significativamente elevados, assim como os programas de computador. No entanto, mais do que o advento do sistema analógico VHS, o sistema digital é capaz de captar imagens, editar em programas simples de computador (como o Windows Movie Maker ou softwares livres) permitindo ao realizador ter um produto final com qualidade de exibição. É inegável o crescimento de uma produção paralela ao mercado tradicional assim como a formação de novos realizadores em diversos grupos sociais atendendo inclusive a projeto de inclusão. Produtores, artistas, técnicos e empresas do setor modificam seus processos independentemente, sem que haja uma troca de idéias sobre o real impacto do momento de transição e suas necessidades. Entendemos que todo o setor demanda a discussão de um processo que pode mudar o perfil de um mercado que ainda não foi capaz de se constituir como indústria no Brasil. Logo, o seminário será capaz de mostrar ao público que a produção audiovisual hoje está ao alcance de muitos não apenas informando sobre a evolução do mercado como também apresentando o resultado de experiências alternativas.
O NOSSO OBJETIVO
Objetiva-se demonstrar a possibilidade da tecnologia digital como um meio de inclusão de novos autores e técnicos no meio artístico rompendo com o ciclo que afastou a produção e exibição de imagens em movimento da periferia e da experimentação limitando-a a um pequeno grupo detentor de equipamentos de alto custo e de grandes orçamentos. O debate em torno do reconhecimento da mídia digital como instrumento de inclusão, assim como a exibição de produções advindas de diferentes grupos sociais, atende ao objetivo de enriquecimento sociocultural da comunidade. Por isso, insistimos em destacar que o diferencial do evento é que ele não se restringirá apenas a exibir filmes e constatar que a mídia digital já é uma realidade, mas a aprofundar a discussão com os realizadores, produtores e, principalmente, os responsáveis pela produção de equipamentos de captação e exibição mapeando as mudanças atuais no processo e apontando para as mudanças necessárias para o futuro. Definimos como objetivos específicos: discutir a transição do material sensível para o digital; compreender os aspectos técnicos da realização em digital; conhecer os investimentos das empresas de produção e exibição na área digital; mapear os aspectos da produção digital contemporânea; debater a possível democratização da expressão audiovisual; estimular o interesse na produção digital ampliando as possibilidades de produção de filmes e documentários.
A PROPOSTA DO SEMINÁRIO CINEMA DIGITAL
A tecnologia digital tem provocado uma verdadeira revolução no mercado de produção audiovisual. Uma mudança que ultrapassa os limites do cinema comercial, pois o sistema digital permite a ampliação da produção à medida que a comercialização de pequenas câmeras e programas de edição de computador habilita a realização de filmes caseiros e até mesmo a apropriação de imagens. Porém, mais do que aumentar o número de produtos audiovisuais, o cinema digital obriga a se repensar a questão técnica, as questões teóricas da representação realista, o investimento das empresas no sistema, os caminhos da exibição e a democratização da expressão. O título do evento constitui-se uma provocação já que muitos cineastas ainda insistem em dividir as produções audiovisuais em “cinema” e “vídeo”, como se apenas o primeiro, por ser produzido em película, tivesse o status de sétima arte. A proposta do seminário a ser realizado na CAIXA CULTURAL, em novembro de 2009, é exibir produções realizadas nos Pontos de Cultura em todo o país nas quais os recursos digitais tenham sido fundamentais permitindo que comunidades, fora do eixo das grandes cidades, expressem através do audiovisual os temas de seu interesse e desenvolvam novas linguagens. A mostra revelará os extremos da aplicabilidade dos recursos digitais para a realização de filmes de baixo orçamento desenhando o atual panorama da produção nacional. A série de encontros reunirá desde realizadores até profissionais da área técnica e comercial, para refletir sobre o momento de transição da película para o digital.
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